Será a Inteligência Artificial capaz de colmatar a Inteligência Emocional?

Fala-se muito na Felicidade no Trabalho. Na importância do bem-estar físico e psicológico pleno e nas vantagens que isso acarreta para o sucesso das organizações.

Fala-se muito na Felicidade no Trabalho. Na importância do bem-estar físico e psicológico pleno e nas vantagens que isso acarreta para o sucesso das organizações.
Hoje venho de falar de algo que ganha uma maior relevância todos os dias: INTELIGÊNCIA EMOCIONAL VS INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL. Já não falamos apenas de Felicidade, mas sim de um conjunto de EMOÇÕES.
Os colaboradores não pensam só em aumentos salariais, pensam num conjunto de factores que transmitam alegria, confiança, motivação e sobretudo felicidade!
As emoções que podemos transmitir aos nossos colaboradores e a forma como os envolvemos ainda ultrapassa a tecnologia. A Emoção ainda é o único factor que nos diferencia da máquina!
Será a Inteligência Artificial capaz de colmatar a Inteligência Emocional? Pode igualar-se?
Encontrei alguns artigos online interessantes que focam ambas as realidades. Mas o mundo está a mudar e a tecnologia veio para ficar:
Artigo d’O Observador
https://inteligenciaartificial.science/

O quanto próximas vão ficar? Até onde iremos?

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Adriana Silva

Sou a Adriana Silva.

Sou Licenciada em Relações Humanas e Comunicação Organizacional e Mestre em Marketing Relacional.

Comments

  1. Bernardo Prata

    De facto hoje a felicidade no posto de trabalho vai muito para além do vencimento auferido.

    No meu caso concreto, gosto de trabalhar com pessoas afáveis, simpáticas e que, acima de tudo e de uma forma positiva, consigam desafiar-nos e obrigar-nos a explorar as nossas melhores capacidades e melhorar os aspetos em que não somos tão bons.

    Um espaço de convívio com pessoas em quem podemos confiar, ter uma palavra amiga e não apenas colegas com quem lidamos 8 ou mais horas diariamente.

    E tudo isto dificilmente poderá ser entendido por uma máquina.

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    • Adriana Silva

      Olá Bernardo.
      Obrigada pela partilha.
      Concordo em parte. As emoções e a forma como nos relacionamos com o outro dificilmente podem ser substituidas por uma máquina.
      No entanto, será que a máquina não vai conseguir ler essas emoções e responder como nós respondemos? Já existem tecnologias preparadas para lerem o consumidor e responder consoante essa leitura.
      É um tema curioso e com “pano para mangas”. Resta-nos esperar para ver até onde a tecnologia vai.
      Obrigada.

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