Um Executivo Eficaz

Como ser um líder eficaz. 

Como ser um executivo eficaz.

Parecem semelhantes os termos, mas um executivo não tem de ser um líder. E como toda a gente fala de liderança e das características de um líder, decidi trazer-vos algo diferente. 

Este é um tema que me interessa porque muitas pessoas numa organização contribuem de forma positiva e alinhada com a mesma, mas isso não significa que tenham competências de Gestão de Pessoas. Por vezes os líderes necessitam de alguém completamente racional e prático que se alinhe com a ação e com o que deve ser feito. 

Para Peter F. Drucker, em What Makes an Effective Executive , um executivo de sucesso segue 8 regras práticas e básicas

  • O executivo pergunta o que tem de ser feito, o que é preciso – Está muito direcionado para a ação e para o sentido prático. Coloca em prática a direção de tarefas que necessitam de ser executadas e é fundamental na identificação de necessidades.
  • Questionam o que é certo para o negócio – Precisamos de agir, mas precisamos de alguém que pense amplamente nas causas e consequências para o negócio.
  • Eles desenvolvem planos de ação – Para serem rápidos e eficazes e para dar resposta aos líderes, o executivo desenvolve planos de ação onde diz claramente o que tem de ser feito. Aqui é o líder que define quem da sua equipa deve realizar cada tarefa, porque conhece as suas pessoas e percebe quem pode executar o plano. 
  • Eles assumem responsabilidade pelas decisões – Conhecem o negócio, tomam decisões e responsabilizam-se pelas mesmas. 
  • Assumem responsabilidade por comunicar às equipas – A comunicação deve ser assertiva, clara e objetiva e ninguém melhor do que o executivo para o fazer, alinhado sempre com a liderança das equipas.
  • Estão focados em oportunidades e não em problema – Pensar em problemas não traz soluções para ninguém e estes  elementos pensam sempre em soluções e formas de chegar ao seu objetivo.
  • Dirigem reuniões produtivas –  As reuniões geridas pelos executivos são reuniões práticas e objetivas e esse facto é fundamental para se partir para o plano de acção. 
  • Dizem nós e não “eu”.

Resumindo, alinham conhecimento com prioridades e precisamos muito de pessoas assim nas organizações. Claro que a componente relacional é importante, mas isso deixamos para os membros da liderança. Percebem agora a diferença?

Boa semana e boa Gestão. 

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Adriana Silva

Sou a Adriana Silva.

Sou Licenciada em Relações Humanas e Comunicação Organizacional e Mestre em Marketing Relacional.

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